Já era pra estar em casa... ou pelo menos fazendo outras coisas.
Mas a Diretoria Acadêmica, que afirmou que o sistema de alteração de matrícula estaria normatizado à partir das 14:00, ainda não o fez. "Sistema indisponível", "sistema indisponível", "sistema indisponível"... Que dureza, viu?
É queridos... É o retorno às atividades acadêmicas, que reiniciam para mim amanhã à noite. Isso mesmo, vou fazer disciplinas à noite... Aliás, todas. Gostaria de fazer no mínimo quatro, mas só farei três disciplinas neste semestre. Se uma das disciplinas fosse dada em um único dia (e não de segunda e quinta, o que a torna uma disciplina excêntrica, pois nenhuma outra disciplina dividida possui um horário assim), eu poderia pegar mais uma. De segunda à quinta serão minhas aulas.
Mas e a sexta? Eu tinha me matriculado em outra disciplina também, mas vou desistir dela para fazer um curso aqui na Universidade, que creio será muito bom pra mim. E o curso terá aulas de sexta à noite.
Desde quinta na ativa e me preparando para o novo semestre. Ossos do ofício, do estudo e do currículo.
Procurando emprego e me virando par tentar montar algum projeto de iniciação científica.
Post simples.
Escrito por Sydnei Melo às 13h59
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O que quero pra sociedade?

Vim pensando no que acabava de conversar (e acho que ainda não terminou)...
Sempre fui socialista. Nunca neguei isso, nunca desacreditei disso. Apenas havia muito o que ler e aprender.
Desde que me envolvi com grupos políticos como no movimento estudantil e com os evangélicos progressistas, tenho realizado diversas reflexões acerca da realidade e das teorias que são desenvolvidas dentro da esquerda. Convivo com militantes bastante ativos, que defendem uma tese transformadora da sociedade de forma realmente convicta. Mas tenho sentido lá no fundo a idéia de que há alguma coisa estranha para mim.
Marx, Trotsky, Lênin, sempre foram revolucionários por excelência. Confiavam plenamente na tese de que para suprimir de forma definitiva o Estado através de um processo revolucionário (diga-se, através de mecanismos violentos), no qual o estabelecimento da ditadura do proletariado levaria a destruição dos mecanismo exploradores de produção e da construção igualitária da economia, visando a supressão absoluta das classes. A classe proletária era a classe revolucionária, e seria ela a responsável pela supressão das estruturas burguesas que formam a sociedade.
Particularmente, nunca me assumi marxista. E creio que nunca o farei. Sempre defendi a tese do pacifismo (que ainda quer estudar mais). Nunca fui defensor da violência, nem vinda dos mais pobres e muito menos dos mais ricos e poderosos. Mas jamais poderia negar as teses sobre a composição da sociedade, a forma como ela funciona e todos os problemas que ela gera. Isso sem dúvida é uma congratulação que não se pode negar ao marxismo. Mas tenho me sentido um tanto inseguro quanto às próprias considerações socialistas que quero para a sociedade (ou que pelo menos eu as considero socialista).
Quando entro em discussões sobre programas de esquerda, o que vejo de forma muito clara é a tendência em se julgar alguem de "reformista", "retrógrado às causas socialistas", por não defenderem a causa do lado radical. Os institucionalistas são desconsiderados pelos que defendem a luta nas ruas, que são desconsiderados pelos que defendem a ruptura absoluta da democracia burguesa, que são desconsiderados pelos que defendem a violência para tal fim, e por aí vai... São tantas as revisões, são tantas as formas, que às vezes me sinto um cara confuso, realizando um constante debate sem chegar a lugar nenhum.
Não consigo me conformar com as desigualdade que existem em nosso país e no mundo, bem como não consigo concordar que se tenham teses de levantes violentos na atualidade. Era fato, a violência estava presente, a população pobre era claramente oprimida. Hoje, no Brasil pelo menos, vivemos um período democrático (em nossa história, muito curto, quase apenas 30 anos), democracia essa que apresenta as disputas de poder onde a classe dominante trabalha muito bem. A esquerda ainda não consegue uma coesão que leve à uma atuação institucional precisa, e se desorienta nos mecanismo de movimentação e pressão social para fazerem valer suas reivindicações. Diante de tal situação, muitos socialistas com que converso afirmam que realmente o único mecanismo para definitivamente realizar transformações sociais é a revolução violenta. Haverá sangue, mortes, balas e muita dor para conseguir tudo isso (como normalmente acham correto os burgueses que são contra às causas dos movimentos sociais).
Determinadas lutas e conflitos podem ser importantíssimas. Os conflitos entre estudantes que queriam a liberdade de expressão e os policiais da ditadura não são criticados por mim. Era sempre à partir dos autoritários que surgia a violência. E foram lutas como essa que concerteza ajudaram na conquistas de vários direitos sociais que a população possui hoje. Por isso defendo plenamente a democracia das ruas. Mas partir do princípio de violência que parta do povo para tomar o poder, não consigo conceber. Estou longe de querer ver a violência para derrubar algo, muito menos participar dela.
Muitos acham que deve-se lutar institucionalmente, mas deve-se ter em vista a revolução. A possibilidade de organização e disputa na democracia deve ter fins revolucionários. Em minha humilde reflexão, creio que a disputa política dos que mais sofrem nao precisa se dar com o fim revolucionário, mas através da pressão e do conflito institucional e das ruas, com formulação das reivindicações em base coletiva. Os movimentos sociais tem perdido sua força, e eles estao entre os principais respónsáveis pelas lutas sociais. Por que isso não se pode dar sem ser por mecanismos violentos?
Escrevi de forma intercalada, parando, pensando, e o texto acabou ficando sem coesão ou argumentação concreta; Mas vou deixá-lo aqui, para que vocês também se interessem pelo assunto e reflitam. Como acabar com tanta desigualdade? Mas como de forma democrática, ou pacífica, ou sei lá o quê (ou conflituosa se não iniciada por nós)? Sei que tenho pensado muito e ainda não tenho respostas... Acho que as coisas não são simplesmente como dizem... E nem nas minhas próprias palavras talvez eu tenha certeza quanto à isso... Mas continuo socialista.
Escrito por Sydnei Melo às 20h16
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Era pior do que vestibular...
Eu precisei de seis meses para finalmente alcançar os objetivos. Não que isso significasse a constatação de minha maturidade. Conheço pessoas que não gostam ou não possuem a mínima condição para tal. Mas depois de realizado, é bom sentir um pouco o gosto da conquista.
Era na fila que minhas mãos suavam, com a cachoeira de lembranças da ultima vez. Aquela queda me deixou sem palavras. Aquele barulho, e eu não sentia nada, e eu perdia o controle... Antes, eu nem havia sentido tanto medo. Vai ver por que o equilibrio era desnecessário. Era virar, girar, andar... e pronto. Virar, andar, parar, e pronto de novo.
Mas depois de tempo... tempo... estava no final, a ansiedade me sufocava, as pernas tremiam, e nada podia me salvar do destino.
Apesar dos apesares, não me sentia humilhado. Sentia que era apenas um erro. Não pra esquecer, mas pra enfrentar. E o quis.
Do crepúsculo tirava o gelo das minhas mãos, respirava fundo, olhava o céu sem nuvens, orava, engolia aquela polpa amarela que de certa forma imaginei que fosse me relaxar, mas sem efeito. Parecia tudo trêmulo.
Era a hora. Clamava por calma, pedia ao Pai o mínimo de tranquilidade. Era ali que eu estava prestes a decidir. Queria logo acabar com tudo isso, já estava na hora de realizá-lo. Clamei... E a brisa bateu, e me trouxe paz.
E de forma tranquila eu corri, e subi e desci, e agi com equilíbrio, e acabei. Em neutro, acabei. Era mais uma vitória, mais um momento de paz, e alegria...
Finalmente tirei minha CNH. Fiz hoje o exame de moto, e agora estou apto a dirigir motos e carros.
Escrito por Sydnei Melo às 17h32
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Prefeitura quer tirar escola da praça
 O projeto de reforma da praça dá República, que vai custar R$3,1 milhões, prevê o despejo da escola de educação infantil que funciona a 60 anos no local
A pretexto de resgatar o traçado original da praça da República e recuperar a área ajardinada existente no início do século 20, a Prefeitura pretende remover uma escola infantil que está há 60 anos no local. A EMEI Armando de Arruda Pereira funciona em três turnos e atende 450 crianças de 4 a 6 anos que moram na região central.
A Secretaria Municipal de Educação procura um local próximo – um prédio comercial ou residencial – para transferir os alunos. Contrários à mudança, os pais já protestaram na Câmara Municipal e em frente à Prefeitura e colaram cartazes de repúdio à iniciativa no tapume instalado ao redor da praça por conta das obras. Um abaixo-assinado reunindo cerca de 850 assinaturas foi entregue à Prefeitura. Professores e funcionários também desaprovam a decisão, mas estão proibidos manifestar sua opinião publicamente.
A maioria dos alunos da EMEI, inaugurada em 1945, mora em prédios da região – em apartamentos pequenos ou quitinetes – sem espaço adequado para brincar ao ar livre.
Pai de um aluno da escola, o zelador Josivan Dias de Maria trabalha e mora num prédio da Rua Tabatingüera, via de tráfego intenso na região central. “A escola é também uma área de lazer para o meu filho. Tem até horta. Lá [no prédio onde mora] é no concreto”, afirma.
Moradora do Largo do Arouche, a dona de casa Luciene Souza Silva, que tem dois filhos na escola – de 4 e 5 anos – também destaca o contato com a natureza como um dos pontos fortes da escola. “E ainda é perto de casa”, diz. Para a dona de casa Marina Pereira Ribeiro, que mora na praça Princesa Isabel, a escola é a segunda casa de seu filho, de 6 anos. “Não tem lugar igual a esse.”
A reforma da praça da República, parte do projeto de revitalização do centro, deve custar R$ 3,1 milhões, sendo R$ 2,7 milhões financiados com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e R$ 400 mil de contrapartida da Prefeitura.
Ação na Justiça No ano passado, o advogado Angelo Poci, pai de um aluno, entrou com uma ação popular na Justiça tentando impedir a mudança. Mas a juíza Cynthia Thomé, da 8ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, determinou a extinção do processo sem julgamento do mérito. Para conseguir o arquivamento do processo em primeira instância, a Prefeitura alegou que a remoção não ocorreria. “A Prefeitura faltou com a lealdade processual”, protesta Poci. O processo agora tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde aguarda uma decisão em segunda instância, que pode confirmar ou não o seu arquivamento.
Há cerca de um ano, o próprio subprefeito da Sé e secretário de Coordenação das Subprefeituras, Andrea Matarazzo, afirmou em reunião com comerciantes, profissionais liberais e moradores do Centro Novo que “ao contrário das especulações”, a EMEI não sairia do local. E procurou tranqüilizar as mães com filhos na escola garantindo que não haveria a desativação e nem a interrupção temporária das atividades.
A estratégia da Prefeitura de tratar a questão como mero boato se manteve ao longo do último ano. A verdadeira intenção da administração municipal só viria a se revelar no mês passado, com o início da reforma da praça.
Os pais agora temem que as férias escolares de julho proporcionem a oportunidade que a Prefeitura esperava para demolir de uma vez a escola. E dar o caso como encerrado.
Outro lado Procuradas pela reportagem, as assessorias de imprensa da Subprefeitura da Sé e da Secretaria Municipal de Educação ainda não se manifestaram.
Opinião A quem interessa que a escola saia da praça? A iniciativa de retirar a EMEI Armando de Arruda Pereira da praça da República é, sob todos os pontos de vista, injustificável. Não existe sequer um argumento capaz de demonstrar a necessidade de remover a escola para revitalizar a praça. O absurdo da idéia se revela logo de cara na contradição entre o objetivo de revitalizar, ou seja, dar nova vida, e a providência de expulsar 450 crianças do local. Se a praça hoje está sem vida certamente não foi por culpa da escola. Pelo contrário, a presença da escola trazia um grande fluxo de pessoas para aquela parte da praça, de resto relegada apenas aos moradores de rua.
O argumento de que a remoção da escola é necessária para recuperar os jardins existentes no local em 1905 nada mais é do que uma desculpa que não se sustenta em pé. Se tivesse algum cabimento reformar a praça para que ela volte a ter a exata aparência de 100 anos atrás, enquanto toda a cidade a sua volta se transformou, ainda poderíamos questionar a escolha da data. Por que então não retroceder ainda mais no tempo e trazer de volta os touros que no passado eram comuns na área, então chamada de Largo dos Curros? A justificativa com a qual o subprefeito Andrea Matarazzo tem tentado tranqüilizar os pais – que a escola será transferida para um local próximo – tampouco sobrevive a uma análise minimamente crítica. O que está em jogo não é apenas a localização, mas também a qualidade do espaço. Como comparar uma escola encravada numa área verde, repleta de árvores, com horta, galinhas e parquinho ao ar livre com um prédio comercial adaptado?
A tentativa de fechamento da EMEI Armando de Arruda Pereira é mais um exemplo da forma autoritária como a gestão Serra/Kassab vem lidando com importantes projetos urbanos. Principalmente na região central, onde decisões importantes são tomadas a portas fechadas pelo poderoso secretário Andrea Matarazzo. Sem a menor chance de participação dos cidadãos. Sobre o caso da escola, restam ainda muitas dúvidas. Afinal a quem interessa que seja retirada da praça? Para onde será transferida caso a Prefeitura leve adiante essa decisão? Corremos o risco de ver surgir um empreendimento privado em seu lugar?
Luciana Benatti e Marcelo Min http://www.fotogarrafa.com.br/fotoarquivos/200607/20060707_emei.html
Escrito por Sydnei Melo às 12h40
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Sobre o esquecimento e o enfrentamento
No blog http://pensamentosehistorias.zip.net/ houve um breve texto sobre o esquecimento. Baseado nisso, o blog http://merinha.zip.net/ também apresentou um texto refletindo o tema. Tomei a liberdade de falar um pouco com base no comentário que fiz no primeiro blog.
Enfrentar. Talvez essa seja uma palavra chave para nós que de alguma forma passamos por problemas, frustrações ou qualquer tipo de angústia no nosso passado. Melhor do que esquecer o que nos angustiou, o que praticamente acho impossível, creio que o conveniente seria termos a consciência do fato e o desejo de mudá-lo.
Esquecer é algo consciente, não inconsciente. São bem improváveis as possibilidades de vivermos melhor a partir do momento que esquecemos algo. Quando temos algum medo, ou passamos por um sério problema amoroso com a namorada, a tentativa de esquecer pode a princípio ser até ativa, interessante, talvez demonstre que algo foi realmente solucionado. Mas vez ou outra, ela pode ser lembrada e acarretar sérios desconfortos. Nós seres humanos somos um tanto incapazes de controlar de forma ideal a nossa mente.
Julgo o enfrentamento uma atitude mais sensata. Ao retomarmos algo que nos tenha incomodado ou prejudicado, possuindo a coragem de encará-lo de frente, creio que as possibilidades de se encontrarem soluções melhores são maiores. O enfrentamento, o desafio, de certa forma pode nos ajudar a definitivamente acabar com fobias, angústia e outros sofrimentos. Pode se tornar até mesmo um fato hilário posteriormente, mas vencido e encarado como algo que nos ensinou como fazer melhor.
A história de nosso pequeno mundinho é repleta de fatos que seriam interessantes de serem esquecidos. Mas será que esquecê-los não acarretaria os mesmos graves problemas? Ou é melhor que tenhamos a capacidade de revê-los, reformá-los e nos reformarmos afim de que as coisas sejam absolutamente diferentes?
Pense nisso.
Escrito por Sydnei Melo às 23h38
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Uma tentativa de reflexão sobre o Direito
 Richard Gere e Renee Zellweger, em Chicago
Enquanto muitos acadêmicos do direito reconhecem que as pessoas devem ter acesso a assistência jurídica gratuita, principalmente através da promoção das defensorias públicas no Brasil (fato que em São Paulo ainda é uma incógnita, mas que já existe movimentos forte na luta pela defensoria pública paulista), outros advogados exercem seus papéis de defesa através de convênios particulares e pessoais.
Imagino como deve ser difícil trabalhar assim. De alguma forma você terá que defender seu cliente, sabendo muitas vezes que ele é o culpado do determinado crime a ser julgado.
Ontem passou na tv o filme Chicago, ótimo filme interpretado por Caterine Zeta Jones, Renee Zellweger e Richard Gere (que interpreta o advogado Billy Flinn). Billy é um esperto advogado, disposto a defender de melhores e, principalmente, piores formas seus clientes, além de ter suas facetas corruptas. Ele se responsabiliza pela defesa de Roxie Hart (Zellweger), assassina de seu amante, através da ludibriação de pessoas, mentiras e outras trapaças.
Lembrei disto antes de escrever aqui. Quando entrei na página inicial do Terra, estava lá informações ao vivo sobre o caso Richtofen, onde advogados, testemunhas e culpados aparecem com as histórias mais absurdas e contraditórias. Pessoas confessadamente culpadas que ainda resistem às prisões e penas, deixando ada vez mais o povo indignado com a incapacidade da justiça de punir criminosos como esses.
Também de forma muito horrenda me surge na mente os advogados do PCC, que como defensores de criminosos perante a justiça simplesmente subornaram e conseguiram informaçõs secretas da CPI do Tráfico de Armas para trasmitirem a seus clientes. Para a justiça em noso país, algo totalmente prejudicial e incômodo.
Mas a essas voltas (não sei se infelizmente ou não), me aparece outro elemento a ser pensado. Todos devem ter direito a defesa, isto é fato, constitucional. Tudo bem. Mas aonde entra o elemento ético/moral no trabalho destes defensores?
Advogados são pagos para defenderem, seja bandido, político, político corrupto, juiz ou trabalhador, etc. E com um mercado cada vez mais competitivo na área de advocacia, com cursos extremamente precários e que pululam em faculdades de fundo de quintal no país, seria possível para um advogado recusar a defesa de determinadas pessoas? Manter-se em silêncio diante do crime representa realmente um crime diante do código jurídico destes advogados? E diante da moral e da ética? Mas, qual é a moral e ética que cada um destes defensores seguem?
Acabo de descobrir que é uma questão muito mais abstrata, por que não podemos simplesmente pensar que as leis são praticadas e funcionam de forma real, nem mesmo para os defensores. Bem disse Bourdieu que o que se pratica na realidade são regularidades, e não regras. Tá certo que ele falava de estrutura social, mas acho que é possível aplicar essa idéia neste campo.
Só sei que, com base na moral e ética que defendo, estou indignado com as atuais situações que vejo na internet e na tv nos ultimos dias.
Escrito por Sydnei Melo às 12h48
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"Use óculos de sol para navegar"
Dando uma de webdesigner...
Lucy, obrigado pela paciência.
Escrito por Sydnei Melo às 23h59
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Dia mundial do Rock
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Hoje, dia 13 de julho, é o Dia Mundial do Rock. Você sabe desde quando se comemora esta data? Desde 1985. Foi no Live Aid - festival pelo fim da fome na Etiópia - que o dia 13 de julho ficou conhecido como o dia mundial do rock.
O Live Aid foi um festival que aconteceu simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra) e trouxe nomes como Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who e Phil Collins entre muitos outros. Aliás, Phil Collins abriu o show nos EUA e na sequência, voou para Londres para fechar o festival...
Outros festivais com essa mesma consciência social ocorreram na década de 80 como o U.S.A. For Africa, Live Aid, Farm Aid, Hear 'n' Aid, Artists Against Apartheid e o Amnesty International, reunindo sempre grandes nomes do mundo pop e rock. O Live Aid talvez tenha ficado mais famoso, e não é pra menos, arrecadou mais de 60 milhões de dólares que foram doados em prol dos famintos na África. Curiosamente, não foi feito nenhum vídeo, CD, DVD sobre o festival até hoje, muito possivelmente pela grande quantidade de artistas envolvidos no projeto...
Escrito por Sydnei Melo às 11h19
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Manifesto sobre a política de segurança pública
Colegas,
Só agora eu li este email que há algum tempo eu havia recebido. Visto os problemas sérios que temos enfrentado em nossa segurança pública, acho conveniente expor esse texto aqui, tratando que a segurança não significa apenas "pegar bandidos", sem o mínimo de racionalidade. O texto é longo, e o deixarei aqui mais tempo para que todos tenham tempo suficiente para lê-lo.
A realidade é mais cruel do que muitos teóricos do Estado policial imaginam. E creio que minhas opiniões não são absolutamente identicas, mas concerteza muitíssimo próximas às expostas no manifesto.
http://www.rolim.com.br/2002/_pdfs/tuJUN1.pdf
Escrito por Sydnei Melo às 15h45
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Então, né?
Portugal tá fora... Poxa vida, nunca me senti tão lusitano nestes ultimos dias... Depois de assistir aqueles fiasco de nossa escrete amarelinha, e as tentativas mais absurdas de explicar o que houve com aqueles "timaço" na hora H, resolvi que faria minha torcida para o pequeno país do pioneirismo marítimo e dos bolinhos de bacalhau. Eu ficaria muito feliz se o Felipão conseguisse este título, ou pelo menos aliviado se pudesse ver a França fora da final. Mas não é que o Zidane... pff... É, existem gênios que escolhem os momentos certos para ser gênio (segundo seus respecticos valores); e existem os gênios que nunca conseguem deixar de agir como gênios... é o caso do Zidane...
Em um contexto assim, pelo menos as notícias de política voltam à tona, o caso das sanguessugas, as campanhas dos candidatos à presidência, e etc... E agora tem a inserção da Venezuela no Mercosul, que vai deixar em apreensão muitos políticos e economistas por aí...
Eu, pra variar, estou em final de semestre da faculdade. Provas, trabalhos, discussões, matrículas... Ontem fiquei simplesmente das 9:30 da manhã às 20:30, só escrevendo uma prova que teho que entregar hoje (com pausa apenas para o jogo), e ainda tenho que começar a estudar para a prova que farei amanhã. Aí, fim! Acaba o semestre, que tornou-se bem cansativo nesse tempinho final... Monte Verde me espera no sábado!
E começo a me preocupar com emprego, inciações científicas, estágios, e minhas disciplinas no noturno, que não foram aceitas ainda... tá em tempo, colegas, fiquem tranquilos...
Até.
Escrito por Sydnei Melo às 10h17
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